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Mostrando postagens de Maio, 2020

Por que retirar os sapatos antes de entrar em casa?

Foto de Jean-Daniel Francoeur no Pexels Retirar os sapatos antes de entrar em casa é um hábito que merece ser cultivado. O objetivo desta vez não é só fazer com o que os pés funcionem como um fio-terra, mas também para evitar que se traga bactérias e outras sujeiras da rua para dentro de casa. Em tempos de pandemia é um ato mais do que necessário. Essa prática é um hábito aqui na Alemanha. Em qualquer casa alemã os sapatos ficam do lado de fora da casa ou em prateleiras bem próximas da porta de entrada, o que faz com que o chão da casa permaneça seco e limpo nos períodos de neve e chuva, por exemplo. Por aqui também existe um tipo de sapato apropriado para cada local: os sapatos de rua (Straßenschuhen), os sapatos de casa (Hausschuhe) e ainda os sapatos de esporte (Sportschuhe), que são usados apenas dentro das quadras e locais esportivos. Um outro motivo importante é a energia que trazemos nos sapatos quando chegamos da rua. Segundo o Feng Shui nossos sapatos captam muita

A terra nutre você e você nutre a terra

Ao andarmos descalço na terra, na grama ou na areia existe uma imensa troca energética entre o solo, a terra e nós. O resultado disso é que nos nutrimos do contato com a terra e ela se nutre de nós. Isso ajuda com que mantenhamos nosso energia em equilíbrio, descarregando as energias mais densas e pesadas e nos carregando de energia vital vindo do centro da Terra, das raízes e toda a forma de vida que encontramos no solo sob os nossos pés. A terra tem o poder de transmutar, de transformar, de revitalizar, de aterrar, de nos trazer de volta para o aqui e agora. Então sempre que estiver se sentindo literalmente sem chão, sem rumo, perdida, experimente tirar os sapatos e permitir que sua conexão com a Mãe Terra seja refeita. Que hoje seja um dia de reconexão com você mesma/o e com a Mãe Terra!!! #staysafe Daniele Avila - Aconselhamento Nutricional para a alma, mente e corpo, confeitaria vegana, maga das agulhas e criatividade _____________________________________ Você também

Andar Descalço, Conexão com a Natureza e Meditação

Esse vídeo eu gravei durante a minha viagem pela Escócia, em 2019, que foi uma viagem de resgate ancestral.  Por muitas vezes eu me conectei de uma forma tão profundo com o lugar, que eu cheguei a me sentir parte daquela natureza, mas a sensação de conexão mais forte aconteceu em St. Andrews, no litoral escocês. Todas às vezes que eu estava em lugar de natureza a minha vontade era tirar os sapatos e andar descalço, porém nem sempre era possível devido ao tipo de vegetação ou terreno. Chegamos em St. Andrews em um dia chuvoso e nublado, visitamos a igreja e nos dirigimos para o Castelo de St. Andrews, onde eu senti muito forte a energia do lugar. Toquei o que restou de suas paredes e pude setor tudo o que havia se passado por ali, e não, não foram coisas bonitas e felizes que senti armazenadas naquelas pedras, muito pelo contrário. A parte interna do castelo era um gramado lindo com um poço no meio. Senti uma vontade enorme de tirar os sapatos, mas estava frio, ventava muit

Mexer na terra como forma de meditação.

Existem um conjunto de benefícios físicos e psicológicos proporcionados em estarmos, de alguma forma, em contato com a natureza.  O ato físico de jardinagem é capaz de, por si só, reduzir o estresse e elevar o humor, por ser comparável a uma forma de meditação, pois é uma atividade, que é, normalmente, realizada com alto nível de presença e  atenção plena.  A ciência foi um pouco mais além e, atualmente, busca explicar através outros dados essa sensação de bem-estar, que sentimos ao trabalharmos ou mexermos com a terra. Se sujar com a terra durante o trabalho de jardinagem ou brincar no chão é um antidepressivo natural devido aos micróbios únicos presentes em um solo orgânico saudável. Essa bactéria encontrada em solo saudável, assim como a meditação, estimula a produção de serotonina nas pessoas que entram em contato com ela.  A serotonina é um neurotransmissor  com um papel importante no sistema nervoso central que age na inibição da  ira , agressão, temperatura co

Eu posso mudar a minha vida na hora que eu quiser!

Foto tirada aos pés da árvore a quem eu cumprimentava todas as manhãs no período em que nos hospedamos no Forte Augustus, Lago Ness, Escócia.  Junto com a frase "Eu sou a pessoa mais importante do mundo!" veio também uma outra frase muito empoderadora e libertadora, que decidi tê-la sempre por perto, tipo colocar em um mural, no espelho do banheiro, descanso de tela, e por aí vai, que é  "Eu posso mudar a minha vida na hora que eu quiser!".  A minha vida pertence somente a mim e mudá-la ou estruturá-la da forma que me satisfaz e me faz feliz estão sob o meu poder. Somente eu tenho o poder de mudar a minha vida!!! A vida é movimento!  A vida, a minha vida pode e deve ser ajustada ou desajustada, para então ser reajustada, quantas vezes eu quiser ou eu achar que precisar ser. Não existe uma fórmula rígida que mereça ser seguida no que se diz respeito a viver. Crenças existem para serem quebradas, ressignificadas ou mesmo jogadas fora. Olhar para

Eu sou a pessoa mais importante do mundo!

Eu sou a pessoa mais importante do mundo! Essa foi a frase que me veio a mente na meditação durante o ritual da última Lua Cheia, coordenado pela Carol Lanas do Curandeiras de Si, e que eu decidi não só guardar no coração os insights que ela me trouxe, mas também compartilhar com você. Muitas pessoas podem olhar ou ouvir essa frase com estranheza e logo pensar, "Mas que pensamento mais egoísta", "Como assim!? E o resto do mundo não é importante?". Pois é... Eu também já tive esse mesmo pensamento ou sentimento e por isso não me permitia me colocar em um lugar de importância e me priorizar dentro da minha própria vida. Esse pensamento é uma crença muito comum e que atinge muitas pessoas. Muitas vezes ela tem sua origem na religião, na sociedade patriarcal em que ainda vivemos e que tem muitos de seus valores pautados em crenças religiosas. Valores esses que muitas vezes enaltece o doar, o se dar, se sacrificar pelo outro sem olhar para si como um ato de nobreza