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quinta-feira, 17 de outubro de 2019

Viva a Berinjela!

Arroz com Cúrcuma, feijão com cenoura, brócolis, berinjela, rúcula, romã e trigo serraceno germinado


Se há pelo menos 6 anos atrás uma cigana, uma cartomante, uma deusa, uma louca, uma feiticeira, Jesus Cristo, Buddha ou Ganesha me dissessem: "Minha filha, um dia você irá ser tão louca por beringela que se você não se controlar, você irá comer todas as fatias de uma inteira ainda enquanto a prepara. Não dará tempo nem mesmo de colocá-la no seu prato."

Eu responderia: “Você ligou para o número errado, tente novamente!”

Muitas pessoas, que me veem escrevendo, falando e mostrando o meu atual estilo de vida, acreditam que eu me alimento dessa forma desde sempre e esse não é o caso. 

Até há bem poucos anos atrás eu não tinha um prato colorido como hoje, consumia muitos produtos que já vinham prontos e com isso traziam consigo aquele monte de conservantes, aditivos químicos, sódio, açúcares e gorduras que o nosso corpo não precisa.

Eu tinha um paladar totalmente viciado e as papilas gustativas contaminadas por todos esses sabores artificiais. Era como se houvesse uma camada química sobre a minha língua que me impedisse de sentir o real sabor dos alimentos, e segundo alguns artigos sobre alimentação natural que já li, é exatamente isso que acontece.

Quando nos alimentamos de muitos produtos alimentícios ultraprocessados, intoxicamos todo o nosso corpo e isso já começa na nossa boca, interferindo no nosso paladar e  na forma como percebemos os sabores.

Reduzir a quase zero esses produtos da minha alimentação, e da alimentação da minha família, me levou para um outro nível da forma de me alimentar e de relacionar com a comida. Agora consigo sentir o sabor dos diferentes tipos de temperos e ervas, consigo combiná-los e misturá-los de forma mais livre, brincar com os seus sabores e aromas, criando pratos únicos.

Digo reduzir a quase zero, pois vez ou outra ainda comemos uma “Junk food porcaria” por aí (e está tudo bem isso), mas com o tempo essa necessidade ou vontade vai se tornando cada vez mais escassa, o corpo já não pede mais, já não reconhece esse tipo de coisa como comida.

O corpo pede comida de verdade, com cara, sabor e cheiro de comida. Aquela comida cheia de vida e nutrientes do jeito que a Mãe Terra tão sabiamente nos preparou, que vêm para alimentar e suprir todas as necessidades nutricionais e emocionais do nosso corpo. 

Sim, comida de verdade supre não só as necessidades físicas do nosso corpo, mas também as nossas necessidades emocionais, pois um alimento preparado com afeto, cuidado e atenção em cada um de seus detalhes alimenta e aquece também a nossa alma e coração.

Cada vez que preparo o meu alimento honrando a Mãe Terra por toda a sua generosidade e amor conosco, agradeço pela oportunidade em presentear e alimentar o meu ser com tanta vida e amor.

Honremos mais vezes a Nossa Mãe Terra e nosso alimento que vem dela!!!

A Velocidade não é mais importante do que a direção.

Uma vida de muitos sabores para nós!!!

Daniele Avila

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